Educação Como Inclusão DISCIPLINA: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PROFESSORA: MARIA APARECIDA VIANA I PERÍODO NOTURNO UNIVERSIDADE FEDARAL DE ALAGOAS CENTRO DE EDUCAÇÃO CURSO: PEDAGOGIA
SUMÁRIO: Política nacional de educação especial Síndrome de down Autista Intervenção pedagógica junto com a criança down e autista Conclusões finais Referências Autoras
Política nacional de educação especial       A educação especial é prevista na Constituição da Federal como dever do Estado com a educação a garantia de: atendimento educacional especializado aos portadores de deficiências, preferencialmente na rede regular de ensino. (art. 208, caput, III, CF) .       A política nacional de educação especial consiste de objetivos gerais e específicos necessários a portadores de deficiências, que fundamentam e orientam o processo de educação especial, visando garantir o atendimento educacional ao aluno portador de necessidades especiais.         
  Os objetivos formulados pela política de educação especial são:   promover a interação social desenvolver práticas de educação física atividades físicas e sociais promover direito de escolha desenvolver habilidades linguísticas incentivar autonomia possibilitar o desenvolvimento social, cultural, artístico e profissional, das crianças especiais.
O QUE É SÍNDROME DE DOWN E AUTISMO
Síndrome de down É um distúrbio   genético causado durante a formação do feto, é uma das anomalias genéticas mais conhecidas. A síndrome de down também é chamada de Trissomia do Cromossomo 21, por causa do excesso de material genético do cromossomo 21, que ao invés de apresentar dois o portador da S.D. possui três.
Atualmente a probabilidade de uma mulher de 20 anos ter um filho com essa síndrome é de 1 para 1600, enquanto uma mulher de 35 anos é de 1 para 370.  A probabilidade de pais que têm uma criança com síndrome de down terem outros filhos portadores dessa síndrome é de aproximadamente 1 para 100.  De uma forma geral a síndrome de down é um acidente genético, sobre o qual ninguém tem controle. Qualquer mulher pode ter filho com síndrome de down, não importa a raça, credo religioso, nacionalidade ou classe social.
Características da Síndrome de Down:   Dentre as principais, podemos destacar:   • Retardo mental  • Fraqueza muscular  • Anomalia cardíaca  • Baixa estatura • Olhos com fendas palpebrais oblíquas  • Perfil achatado • Prega única na palma da mão.
O  autismo  é uma alteração cerebral, um transtorno que compromete o desenvolvimento psico-neurológico e afeta a capacidade da pessoa se comunicar, compreender e falar, afetando seu convívio social de forma global.  O  autismo  infantil é um transtorno do desenvolvimento que manifesta-se antes dos 3 anos de idade e é mais comum em meninos que em meninas e não necessariamente é acompanhado de retardo mental pois existem casos de crianças que apresentam inteligência e fala intactas.
Características do Autismo: Não se mistura com as outras crianças Age Como se fosse surdo Resiste à aprendizagem Não demonstra medo dos perigos reais Resiste a mudanças de rotina Usa as pessoas como ferramentas Apresenta risos e movimentos pouco apropriados Resiste ao contato físico Acentuada hiperatividade física Não mantém contato visual Agarra-se demasiado a determinados objetos Manipula e manobra objetos de uma forma peculiar Por vezes apresenta problemas de agressividade Comportamento indiferente e afastado.
Intervenção pedagógica junto com a criança down A criança down apresenta muitas debilidades e limitações, assim o trabalho pedagógico deve primordialmente respeitar o ritmo da criança e propiciar-lhe estimulação adequada para desenvolvimento de suas habilidades. Programas devem ser criados e implementados de acordo com as necessidades especificas das crianças.
O conhecimento a criança portadora de síndrome de down deve ocorrer de forma gradual, pois estas crianças não conseguem absorver grande número de informações. Também não devem ser apresentadas, a criança down, informações isoladas ou mecânicas, de forma que a aprendizagem deve ocorrer de forma facilitada, através de momentos prazerosos.  É importante que o profissional promova o desenvolvimento da aprendizagem nas situações diárias da criança, e a evolução gradativa da aprendizagem deve ser respeitada.  Não é adequado pularmos etapas ou exigirmos da criança atividades que ela não possa realizar, pois estas atitudes não trazem benefícios a criança e ainda podem causar lhe estresse.
A abordagem pedagógica depende muito do pragmatismo, espírito de criatividade, experiência e bom senso do educador, e deve ser complementada com o auxílio de recursos diversos como imagens, desenhos, pinturas, música, jogos, brinquedos especiais, atividades artísticas, manipulação com massas e, ultimamente, até trabalhos com computador.  Intervenção pedagógica junto com a criança autista
O importante é estimular a criança, dar-lhe atividades, tanto físicas quanto mentais, e não deixá-la se isolar e se afundar nas estereotipias, que acabarão por dominá-la, atrofiando ainda mais o seu sistema cognitivo, caso não haja uma estimulação permanente. As principais técnicas educacionais são o condicionamento ou terapia comportamental, e o método TEACCH, que vem se expandindo com relativo sucesso, nestas últimas décadas.
Conclusões finais Finalizamos esse trabalho com algumas causas que vem dificultando o acesso de muitas crianças especiais ao ensino especializado, a verdadeira realidade é a falta de atendimento especial principalmente em pré-escolas, carência de recursos e equipe qualificada, inadequação do ambiente físico, falta de novas propostas de ensino, descontinuidade de planejamento e ações, desigualdade de recursos e oportunidades.
Para assegurar a educação especializada algumas medidas devem ser tomadas, como: Aumento da oferta de serviços de educação especial com equipamentos  Equipe qualificada Material didático especializado Espaço físico adequado às necessidades especiais dos deficientes Criação de programas de preparo para o trabalho Estímulo a aprendizagem informal Orientação à família.
Referências: VATAVUK, Marialice de Castro. Método TEACCH. Disponível em: <http://www.ama.org.br/artteacch.htm>. Acesso em: 02 de Junho  2010.
Autoras: Genilda Martins E-mail:  [email_address] Lívia Xavier E-mail:  [email_address] Paula Amorim E-mail:  [email_address] Suely Martins E-mail:  [email_address]

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    Educação Como InclusãoDISCIPLINA: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PROFESSORA: MARIA APARECIDA VIANA I PERÍODO NOTURNO UNIVERSIDADE FEDARAL DE ALAGOAS CENTRO DE EDUCAÇÃO CURSO: PEDAGOGIA
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    SUMÁRIO: Política nacionalde educação especial Síndrome de down Autista Intervenção pedagógica junto com a criança down e autista Conclusões finais Referências Autoras
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    Política nacional deeducação especial      A educação especial é prevista na Constituição da Federal como dever do Estado com a educação a garantia de: atendimento educacional especializado aos portadores de deficiências, preferencialmente na rede regular de ensino. (art. 208, caput, III, CF) .       A política nacional de educação especial consiste de objetivos gerais e específicos necessários a portadores de deficiências, que fundamentam e orientam o processo de educação especial, visando garantir o atendimento educacional ao aluno portador de necessidades especiais.     
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      Os objetivosformulados pela política de educação especial são: promover a interação social desenvolver práticas de educação física atividades físicas e sociais promover direito de escolha desenvolver habilidades linguísticas incentivar autonomia possibilitar o desenvolvimento social, cultural, artístico e profissional, das crianças especiais.
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    O QUE ÉSÍNDROME DE DOWN E AUTISMO
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    Síndrome de downÉ um distúrbio genético causado durante a formação do feto, é uma das anomalias genéticas mais conhecidas. A síndrome de down também é chamada de Trissomia do Cromossomo 21, por causa do excesso de material genético do cromossomo 21, que ao invés de apresentar dois o portador da S.D. possui três.
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    Atualmente a probabilidadede uma mulher de 20 anos ter um filho com essa síndrome é de 1 para 1600, enquanto uma mulher de 35 anos é de 1 para 370. A probabilidade de pais que têm uma criança com síndrome de down terem outros filhos portadores dessa síndrome é de aproximadamente 1 para 100. De uma forma geral a síndrome de down é um acidente genético, sobre o qual ninguém tem controle. Qualquer mulher pode ter filho com síndrome de down, não importa a raça, credo religioso, nacionalidade ou classe social.
  • 8.
    Características da Síndromede Down: Dentre as principais, podemos destacar: • Retardo mental • Fraqueza muscular • Anomalia cardíaca • Baixa estatura • Olhos com fendas palpebrais oblíquas • Perfil achatado • Prega única na palma da mão.
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    O autismo é uma alteração cerebral, um transtorno que compromete o desenvolvimento psico-neurológico e afeta a capacidade da pessoa se comunicar, compreender e falar, afetando seu convívio social de forma global. O autismo infantil é um transtorno do desenvolvimento que manifesta-se antes dos 3 anos de idade e é mais comum em meninos que em meninas e não necessariamente é acompanhado de retardo mental pois existem casos de crianças que apresentam inteligência e fala intactas.
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    Características do Autismo:Não se mistura com as outras crianças Age Como se fosse surdo Resiste à aprendizagem Não demonstra medo dos perigos reais Resiste a mudanças de rotina Usa as pessoas como ferramentas Apresenta risos e movimentos pouco apropriados Resiste ao contato físico Acentuada hiperatividade física Não mantém contato visual Agarra-se demasiado a determinados objetos Manipula e manobra objetos de uma forma peculiar Por vezes apresenta problemas de agressividade Comportamento indiferente e afastado.
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    Intervenção pedagógica juntocom a criança down A criança down apresenta muitas debilidades e limitações, assim o trabalho pedagógico deve primordialmente respeitar o ritmo da criança e propiciar-lhe estimulação adequada para desenvolvimento de suas habilidades. Programas devem ser criados e implementados de acordo com as necessidades especificas das crianças.
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    O conhecimento acriança portadora de síndrome de down deve ocorrer de forma gradual, pois estas crianças não conseguem absorver grande número de informações. Também não devem ser apresentadas, a criança down, informações isoladas ou mecânicas, de forma que a aprendizagem deve ocorrer de forma facilitada, através de momentos prazerosos. É importante que o profissional promova o desenvolvimento da aprendizagem nas situações diárias da criança, e a evolução gradativa da aprendizagem deve ser respeitada. Não é adequado pularmos etapas ou exigirmos da criança atividades que ela não possa realizar, pois estas atitudes não trazem benefícios a criança e ainda podem causar lhe estresse.
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    A abordagem pedagógicadepende muito do pragmatismo, espírito de criatividade, experiência e bom senso do educador, e deve ser complementada com o auxílio de recursos diversos como imagens, desenhos, pinturas, música, jogos, brinquedos especiais, atividades artísticas, manipulação com massas e, ultimamente, até trabalhos com computador. Intervenção pedagógica junto com a criança autista
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    O importante éestimular a criança, dar-lhe atividades, tanto físicas quanto mentais, e não deixá-la se isolar e se afundar nas estereotipias, que acabarão por dominá-la, atrofiando ainda mais o seu sistema cognitivo, caso não haja uma estimulação permanente. As principais técnicas educacionais são o condicionamento ou terapia comportamental, e o método TEACCH, que vem se expandindo com relativo sucesso, nestas últimas décadas.
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    Conclusões finais Finalizamosesse trabalho com algumas causas que vem dificultando o acesso de muitas crianças especiais ao ensino especializado, a verdadeira realidade é a falta de atendimento especial principalmente em pré-escolas, carência de recursos e equipe qualificada, inadequação do ambiente físico, falta de novas propostas de ensino, descontinuidade de planejamento e ações, desigualdade de recursos e oportunidades.
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    Para assegurar aeducação especializada algumas medidas devem ser tomadas, como: Aumento da oferta de serviços de educação especial com equipamentos Equipe qualificada Material didático especializado Espaço físico adequado às necessidades especiais dos deficientes Criação de programas de preparo para o trabalho Estímulo a aprendizagem informal Orientação à família.
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    Referências: VATAVUK, Marialicede Castro. Método TEACCH. Disponível em: <http://www.ama.org.br/artteacch.htm>. Acesso em: 02 de Junho 2010.
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    Autoras: Genilda MartinsE-mail: [email_address] Lívia Xavier E-mail: [email_address] Paula Amorim E-mail: [email_address] Suely Martins E-mail: [email_address]